segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Promoção Invasão encerrada

Olá, caros amigos!
Quero agradecer intensamente pelas sugestões e participação de vocês no blog.
Foram criativas as sugestões para o próximo episódio do Museu. O Victor Meloni sugeriu o Livro da Alma Profunda de Carlos Orsi, Matheus lembrou de Christine, do King, Rúbia indicou o Espelhos do Medo, filme recente, Rubem apontou a Chave dos Cenobitas do Barker, Daniel lembrou o Anel Um do Senhor dos Anéis, Marius sugeriu a Torre Negra, do king, de novo o mestre, Clau, sinalizou para a Casa Infernal do Matheson, Lino aconselhou o Cemitério Maldito, Elisabeth, Lágrimas do Dragão de Dean Koontz, Laysha, O Servo dos Ossos de Anne Rice e Celly mencionou a moeda do Limiar do Inferno do Jay Anson. Todas são dicas apreciáveis que certamente poderiam e podem fazer parte do Museu.
No entanto, a dica que escolhi, arbitrariamente, pois se encaixa de forma direta no enredo que venho pensando, é "A pata do macaco", sugerida pela Tânia. Prefiro chamar o artefato de mão do macaco, tenho a impressão que humaniza um pouco a criatura, fazendo do animal algo mais próximo de nós.
Na verdade, A mão do Macaco já está presente no Museu do Terror desde o primeiro episódio, quem quiser ler sobre isso, é só acessr o segundo post do blog. Dito isso, já é hora de contar como o artefato foi conseguido pelo proprietário do Museu em suas andanças pelo interior dos livros.
Tânia, para receber o livro em casa pelo correio é só me enviar um e-mail com o seu endereço para o meu e-mail:
dudawfalcao@hotmail.com
Demora um pouquinho, mas chega, o Matheus já recebeu um Draculea na primeira promoção aqui do blog!
Ao amigos que participaram e ainda não ganharam umlivro, infelizmente, não posso distribuir livro pra todos, he, he, creio que semana que vem farei nova promoção, dessa vez com o Livro Pacto de Monstros. Fiquem ligados!
Muito obrigado pela visita e pela participação de todos!

domingo, 25 de outubro de 2009

Promoção: Ganhe um exemplar do Invasão



Olá, caros amigos!
Hoje se inicia a promoção "ganhe um exemplar do livro Invasão". Participo de mais essa obra organizada pelo Ademir Pascale, editada pela Giz Editorial, com um conto intitulado Sonda.
Na última vez fiz uma pergunta sobre o Museu do Terror, e meu amigo leitor Matheus a respondeu corretamente. Ele recebeu em casa, sem custos de envio, um exemplar do Draculea: o livro secreto dos vampiros.
Dessa vez mudei um pouquinho o sistema, não farei uma pergunta.
Peço aos amigos leitores que me enviem uma sugestão na caixa de comentários desse post.
Sugiram um artefato de um escritor que vocês achem que deva fazer parte do próximo episódio do Museu do Terror. Citem o nome do conto ou do romance em que o artefato é mencionado e o nome do autor.
A sugestão escolhida por mim fará parte do próximo episódio do Museu do Terror. E o contemplado ganhará um exemplar do Invasão.
Participem! A data limite do envio das sugestões será o dia 08/11.

sábado, 17 de outubro de 2009

Em exposição no Museu: Pacto de Monstros



Olá, amigos leitores e escritores!
Tenho a satisfação de divulgar mais uma antologia que vou participar esse semestre. Depois de Draculea - O livro secreto dos vampiros e Invasão, impressos pela All Print e organizados por Ademir Pascale, um dos meus contos será editado pela Multifoco no livro Pacto de Monstros.
Quero agradecer a oportunidade de participar dessa antologia ao editor, Frodo, e as organizadoras Mônica Sicuro e Rúbia Cunha, também escritores.
Já está marcada a data do lançamento, dia 24 de outubro, na cidade do Rio de Janeiro. Mais detalhes sobre o lançamento constam no convite logo abaixo.
E, adivinhem, qual conto participará da antologia? Sim, o primeiro conto do Museu do Terror - Little Boy. No livro, o título constará apenas como: Museu do Terror.
Em breve, quando tiver os exemplares em mãos vou sortear aos amigos um livro.
Desejo sorte e sucesso também aso outros autores da coletânea, que batalham incansavelmente pela busca de mostrar sua arte literária.
Um grande abraço!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Em exposição no Museu: Galeria do Sobrenatural

Meu amigo Mario Carneiro Jr. está participando de uma nova antologia. Penso que a Galeria do Sobrenatural deve se tratar de um ótimo livro já que tem um time de escritores de primeira linha. Além de um texto do Mario, o livro conta com a participação de Giulia Moon, do Braulio Tavares, do Danny Marks e do Miguel Carqueija. Sem dúvida são autores de escrita refinada e de peso. Pretendo, assim que possível, conhecer o trabalho dos outros escritores. Deixo logo abaixo o link para a Lua Mortal, para quem tiver interesse em saber um pouco mais sobre essa obra. Na imagem está o convite com a capa e a data do lançamento do livro.
Sucesso aos amigos escritores.

Um grande abraço!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Museu do Terror VII: Magia do espaço

Fazia dois dias e uma noite que o morador do museu caminhava sob o sol escaldante. Vestia um par de sandálias, um manto branco com capuz e na mão direita carregava um cajado. Logo seu segundo cantil não teria mais água. Deu-se por vencido. Precisava voltar até a porta entre-mundos que criara. Do contrário ficaria preso nas páginas do livro que tinha invadido.
Ele não desistia de nenhuma empreitada sem persistir em seus objetivos. No entanto, nem sempre era fácil obter tudo o que desejava. Poderia voltar de novo em outro momento. O que não podia era morrer ali, morrer de sede. Estava definitivamente em um universo real. E a morte não perdoava os aventureiros despreparados. Era hora de admitir esse fracasso, não conversaria com o chinês nessa oportunidade.
Começou a caminhada de retorno para o ponto de partida. Nos pés, bolhas já haviam se formado, uma ou outra se rompido, ocasionando dor e feridas. Os lábios rachados pareciam implorar água antes que se rompessem em flores rosadas. O suor ao escorrer da testa, quando atingia os olhos fazia com que ardessem.
Contava os próprios passos, para ele não era difícil localizar a porta, o problema agora, se tratava de sua resistência física. Tinha ido muito longe naquela caminhada sem direção prévia. Mais uma noite fria chegou. Não se deu ao luxo de dormir. Precisava continuar seu trajeto pelo deserto antes que o cansaço lhe abatesse. Infelizmente não havia encontrado a direção correta para a cidadezinha de Abalone, no Arizona. Haveria de se conformar, pois não lhe ocorria uma solução diferente além de voltar para seu próprio mundo.
O calor escaldante do dia seguinte era o que faltava para extinguir as suas últimas forças. Cambaleando, tropeçou nas próprias pernas para desabar no chão empoeirado da terra seca e sem vida. Ele perdeu a consciência.
Sem saber quanto tempo depois, o morador do museu, também conhecido pela sua origem, o aqueu, abriu as pálpebras e olhou ao redor. Os olhos começaram a se acostumar com o escuro. Ouviu passos provindos de chinelos se arrastando à sua esquerda. Não teve dificuldade em virar o rosto naquela direção. Mas movimentar-se gerava um certo desconforto.
Viu um homem magro, de longos bigodes brancos e cavanhaque. Em pé, observava-o, com um sorriso fraterno. Quase não podia ver os olhos escondidos por pálpebras finas e horizontais. A careca do homem franzino parecia ter sido lustrada.
— O que meu camarada ocidental faz perdido por aqui, nesse deserto?
O aqueu sentou-se nos cobertores em que estava deitado. O chinês pegou um bule e serviu chá em uma xícara com a ilustração de uma quimera.
— Beba, caro aventureiro. Você precisa recuperar a saúde. O deserto já engoliu muitos homens de constituição mais avantajada do que você.
— Obrigado — o aqueu agradeceu e tomou daquele líquido amargo e revigorante.
Depois de beber avidamente o morador do museu disse:
— Procurava por você.
O chinês ficou quieto. Parecia processar aquela informação com a paciência e a sabedoria típica dos orientais. Em seguida falou:
— Se procurava, não procura mais. Pois é óbvio que já me encontrou. Gostaria de saber porque esse desejo?
— Tenho um problema que somente o senhor me ajudará resolver.
— Que tipo de problema, amigo ocidental?
— Estou com problemas de espaço. Sei que você transporta um circo repleto de atrações e tendas em apenas três carroças. Gostaria de saber o que você faz para conseguir esse feito? Estamos em uma de suas barracas de atrações? — o aqueu olhou em torno, mas não viu nada de especial.
— Sim e não — o chinês parecia não ter receio algum naquela conversa. O visitante, talvez fosse apenas um curioso ou então alguma espécie de mago que ainda não conhecia.
— O que você quer dizer com isso?
— Ora, exatamente o que eu disse. É uma barraca. Mas não é uma barraca de atrações. Eu a armo quando preciso descansar. Dessa vez a montei para poder ajudá-lo.
— Compreendo. Então, a estrutura do circo não está montada.
— É desnecessário, obviamente, armar toda a estrutura se não vou apresentar minhas atrações. Diga-me você viu o desfile do circo em algum lugar? Sua perspicácia em perceber que minhas carroças são insuficientes para guardar tudo o que possuo me admira. Nem todos possuem olhos apurados para isso.
— Conheci seu circo através de um livro.
— Um livro? — o chinês coçou a barba. — Escritores visitaram meu circo. Talvez, algum deles tenha relatado meu trabalho. É muito provável que isso tenha acontecido. Essa novidade que você me tráz me faz contente. Pelo visto meu circo recebeu alguma notoriedade. Mas espero que o autor tenha aprendido minhas lições, do contrário não serviria de nada.
— Tenho certeza que ele aprendeu.
— Fale-me mais amigo, sobre o fato de você estar tendo problemas com espaço — o chinês sentou-se sobre as peles que ocupavam o chão da barraca de lona avermelhada e também se serviu de chá.
— Possuo uma série de artefatos que coleciono há muito tempo. Periodicamente permito que as pessoas vejam minhas relíquias. Já expus em anfiteatros greco-romanos, em igrejas cristãs, em templos indianos, e hoje, devido a quantidade numerosa dos meus objetos tenho de guardá-los em caixas de madeira, ao menos a maioria. Todos eles estão armazenados conforme suas características intrínsecas. Hoje, meus pertences estão espalhados pelos quatro cantos do mundo. Gostaria de reuni-los em um único lugar. Depois de conhecer o seu circo pensei que poderia obter sua ajuda.
— Você gostaria de ter um circo itinerante igual ao meu?
— Não exatamente. Pensei em montar um museu. Mas não um museu comum, devido ao fato de que muitos dos meus pertences podem ser perigosos se caírem nas mãos erradas, e também, em função de que meus objetos possuem um caráter mágico — o aqueu conversava abertamente com o chinês sobre seus segredos. — Coleto minha relíquias do interior de livros.
As pálpebras horizontais e praticamente fechadas do chinês se abriram em uma expressão de curiosidade. Pelo visto, estava mesmo diante de outro mago.
— Creio que o melhor lugar para expor meus pertences seria um local com acesso contínuo de crianças. Elas são o melhor veículo para a continuidade da fantasia, da expansão da imaginação e do sonhar eterno. Pensei em abrir meu museu em um parque de diversões. Desculpe, não sei se você sabe o que significa esse conceito de parque de diversões?
— Os chineses, meu amigo ocidental, criaram a pólvora e os fogos de artifício. Como não conheceria o significado da palavra diversão? Não é isso que me deixa com perguntas varando a cabeça. Você disse que coleta seus objetos do interior de livros.
— Sim, Dr. Lao, foi isso mesmo o que eu disse.
— Sabe o meu nome também. É claro, se conhece meu circo, haveria de saber meu nome — o chinês coçou a sobrancelha. Sua inteligência alertava-o para alguma coisa estranha — Você também afirmou que soube da existência do meu circo a partir de um livro. Não é mesmo?
— Sim, Dr. Lao — o morador do museu estava com o semblante sério.
— Não costumo duvidar das pessoas, meu caro ocidental. Sempre escuto o que elas têm a dizer. Você me parece bem convincente. Mas pode provar o que me diz?
Sem maiores dificuldades o aqueu levantou-se. Saiu da tenda. Viu as três carroças velhas do Dr. Lao paradas. Esperou por ele. Olhou para todas as direções. Parecia um pouco desorientado. Então, disse ao chinês:
— Voltarei ao meu próprio espaço-tempo por uma porta tridimensional. Depois que desmaiei não tenho certeza que rumo devo seguir. Porém, esse problema pode ser resolvido facilmente se eu tiver o exemplar do livro que invadi em minhas mãos. Observe, Dr.
O aqueu colocou a mão em um bolso interno do manto e de lá retirou um livro. Manuseou o objeto como se fosse um espelho a procura da luminosidade do sol. Quando conseguiu a posição exata um facho de luz partiu da capa do livro e indicou uma direção. O proprietário do museu do terror disse:
— A porta, que utilizarei para retornar, fica na direção indicada pela luz do sol refletida no livro.
O chinês leu o título na capa, protegendo os olhos da luz azulada. Estava escrito: The circus of Dr. Lao de Charles G. Finney.
— Nunca vi nada parecido, meu amigo ocidental — o chinês criou coragem para falar.
O aqueu guardou o livro no bolso, já sabia em que direção deveria seguir para regressar.
— Esse é o livro do qual me falou? O livro que escreveram sobre meu circo?
— Sim, Dr. Esse é o livro.
— Diga-me, você crê que eu seja apenas ficção de um escritor? — Lao era perspicaz. Havia conectado as informações do ocidental. Se tudo o que aquele homem dizia era verdade, a verdade era que o chinês poderia se tratar apenas da invenção de um criativo escritor.
— Ainda não tenho essa resposta suficientemente clara. Desde as minhas primeiras viagens literárias descobri que todos personagens, cenários e enredos possuem vida anterior e posterior aquilo que foi escrito pelo autor.
— Difícil entender. Garanto a você que não sou apenas um recorte temporário de um livro. Eu existo. Nasci, cresci, tive filhos, me casei. Pretendo continuar vivendo depois que você partir. Tenho tarefas pra realizar. Possuo presente, passado e futuro. Vivo além de um livro.
— A teoria que defendo, quando tenho oportunidade de conversar com pessoas feito você é a seguinte: escritores são veículos de histórias que se realizam em mundos paralelos, em multiversos, em dimensões múltiplas. Os escritores captam, de alguma forma, pelos sonhos, pelas viagens astrais, pelas idéias lançadas no universo inúmeras realidades alternativas. Você é real Dr. Lao. Eu sou real. Mas não saberia responder qual de nós dois é mais real que o outro.
Dr. Lao sorriu. Aquela resposta o agradou de forma intensa. Estava visivelmente comovido e feliz.
— Antes que você volte para o seu mundo, meu amigo. Preciso lhe ensinar como guardar uma infinidade de relíquias em um único objeto. E, também, como fazer com que o seu museu tenha um interior de centenas de salas. O educarei no conhecimento da magia do espaço, Apolônio de Tiana me ensinou.
O chinês entrou na barraca. O aqueu o seguiu.

Em exposição no Museu: Grafias Noturnas

Mais um amigo escritor que publica seu primeiro livro.
Se trata do autor L. F. Riesemberg.
Para comprar o livro e conhecer o autor acesse os seguintes links:
http://grafiasnoturnas.blogspot.com/
http://riesemberg.blogspot.com/

Um grande abraço!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Em exposição no Museu: Um Salto na Escuridão

Olá, caros amigos!

É com satisfação que divulgo mais um livro.
Dessa vez se trata do primeiro trabalho solo de Henry Evaristo.
Pelo título da obra Um salto na escuridão podemos imaginar a saga do leitor entrando em um mundo fantástico e de terror. Um salto sem paraquedas, um salto nas trevas, um salto nos contos proporcionados pelo talento de Henry.
Para saber mais acesse a Câmara dos Tormentos e o blog do livro. Basta acessar os links abaixo:
http://www.camaradostormentos.blogspot.com/
http://www.livrodeterror.blogspot.com/


*Vale lembrar os amigos que para divulgar o trabalho literário basta me avisar do lançamento dos livros.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Em exposição no Museu: Antologia do Absurdo

Olá, caros amigos do Museu do Terror!

Depois de alguns dias de trabalho atribulado finalmente consegui fazer nova postagem.
É com satisfação que inauguro uma nova seção do Museu. Agora, além das postagens relativas aos episódios, as referências literárias e comunicado das antologias que estou participando, incluo a sessão de divulgação de livros escritos pelos autores que visitam o blog.

O escritor Victor Meloni publicou o seu primeiro livro solo pelo Clube dos Autores. Com o sugestivo título Antologia do Absurdo e uma capa de tirar o fôlego ficamos tentados a percorrer cada página do livro. O misterioso aqueu proprietário do Museu do Terror lhe deseja sorte e sucesso nessa caminhada!
Para maiores informações acessem o blog do autor, Contos Ominosos, e também o site em que o livro está disponível para venda. Basta clicar nos links abaixo:
http://contosominosos.blogspot.com/
http://clubedeautores.com.br/book/4939--ANTOLOGIA_DO_ABSURDO_

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Referências do Museu: Stormbringer

Olá, amigos leitores!
Stormbringer se trata do primeiro livro da saga de Elric de Melniboné, de Michael Moorcock. Infelizmente pelo que pesquisei não temos traduções dos outros livros da saga. É uma lástima! Fica o apelo para que alguma editora faça a tradução desse clássico da fantasia. Fiz em um video uma compilação de imagens que circulam pela net, todas relativas ao herói albino e sua espada sugadora de almas. As imagens são de histórias em quadrinhos, capas de livros e de role play game. Divirtam-se ao som de Deep Purple. Detalhe, o autor da letra dessa música (Stormbringer - albúm do mesmo nome), parece ter dito que não conhecia a saga de Elric. Porém, pelo o que se lê da letra fica a impressão de que é um culto a saga.
Um abraço!
video

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Lançamento Invasão

Mais um livro do qual estou participando será lançado.
O Invasão terá sessão de autógrafos na Bienal Internacional do Livro - Rio de Janeiro.
Não poderei comparecer para a sessão, mas é fato que teremos uma lista de escritores de peso para esse livro. Aos amigos que moram na região fica o convite para prestigiarem esse grande evento da literatura.

Vale dizer que haverá uma segunda sessão de autógrafos do Dráculea - O Livro Secreto dos Vampiros, a primeira foi em São Paulo. Aproveitem, amigos leitores!

Abaixo segue o convite do evento!

Um grande abraço!